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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Philip Kotler - ao vivo e a cores

Segunda-feira fui testemunha de um acontecimento muito bacana.
Philip Kotler esteve no Brasil e tive o privilégio de assistir uma palestra do guru do Marketing, ao vivo e a cores. Em 2008 foi considerado, pelo Wall Street Journal, nada mais nada menos que a sexta pessoa mais influente no mundo dos negócios.
Com seus 83 anos, dá show de entusiasmo ao falar sobre negócios e mesmo tendo criado conceitos bastante importantes e ferramentas de marketing utilizadas até os dias de hoje, ele ainda se mostra bastante atual e atento às mudanças no mercado de um modo geral.
Passei o evento todo tendo mil idéias e querendo realizar todas.
Para mim foi uma injeção de ânimo, para quem sabe investir em algo que considere promissor... aguardemos cenas dos próximos capítulos.
Próximo livro da minha lista: Marketing para o século XXI (Philip Kotler).

"Dá-se muita atenção ao custo de se realizar algo. E nenhuma ao custo de não realizá-lo." [Philip Kotler]

Lendo e adorando...

Domingo dei um pulinho no shopping para fazer a bainha de uma calça que eu pretendia usar na segunda-feira. Como o serviço ía levar uma horinha para ser concluído, para não ter que voltar ao shopping novamente, resolvi bater perna por lá - algo que não fazia a um bom tempo - por motivos bastante óbvios (principalmente em tempos de "liquida tudo" - pra não cair em tentação).
Bom, de qualquer maneira eu só tinha duas opções - ir para a praça de alimentação e cair na tentação da gula ou ver vitrines e cair na tentação das compras - fiquei com a segunda alternativa (também por motivos óbvios).
Pensei em fazer a tal horinha na FNAC, afinal sou capaz de fazer não uma, mas várias horinhas por lá, mas bateu aquela preguiça monstra de domingo e atravessar o shoppong todo deixou de ser uma alternativa para a minha pessoa.
Acabei parando na Livraria Travessa (uma excelente pedida, diga-se de passagem). Queira me lembrar de um bom motivo para comprar alguma coisa - afinal assim me autoconvenceria de que estaria fazendo uma aquisição altamente necessária para a minha existência (essa seria a única forma de justificar o meu gasto totalmente fora de hora).
Então me convenci de que há muito não lia um bom livro - já estava ficando enferrujada - e que minhas idas à SP nas segundas seriam ótimas oportunidades para retornar os bons hábitos.
Esse foi um dos livros mais rápidos que escolhi em toda a minha vida. Fui para a bancada de lançamentos e lá estava. Título: "Repouso Absoluto". Com a seguinte frase na capa "Não consegui parar de ler" - Marian Keyes. Pensei: "É esse!". Nem li a orelha pra entender do que se tratava.
Comecei a ler no vôo (às sete da matina de uma segunda-feira) e nem mesmo o meu sono avassalador (afinal às cinco já estava de pé) me fez parar a leitura.
Mal cheguei na metade do livro, mas já resolvi recomendar, pois estou achando uma delícia de ler. Se trata da história de uma advogada bem sucedida de NY, grávida de seis meses, que devido a alguns riscos na gravidez, se vê obrigada a ficar em reposo absoluto em casa. Nesse período, de três meses de "clausura", ela tem tempo para redecobrir várias de suas relações (com mãe, irmãs, marido, amigas e vizinhos) e escreve tudo o que sente numa espécie de diário.
Mesmo para quem ainda não ficou grávida (como eu) vale a leitura!

UPDATE: Terminei... e continuo recomendando!!! Já estou doida pra ler um outro livro tão bacana quanto esse (levezinho assim). Comecei a ler "Crônica de uma morte anunciada" do Gabriel García Márquez (que adoro), mas é uma outra vibe...
Acabo de ler um livro sobre vida (gravidez e nascimento) e já encaro um outro sobre morte. Demais, né?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Pílulas de felicidade

Andei falando de felicidade em um post anterior e hoje me lembrei de um episódio que dá continuidade ao tema.
Final de semana estive em São Paulo e me ofereci para comprar uma raquete de squash para um amigo - que estava em busca de uma raquete boa, bonita e barata.
Me programei então para ir à Decathlon - que é uma mega loja com tudo o que você pode imaginar de artigos esportivos.
Pra quem bem me conhece, sabe o quanto sou apaixonada por esporte... então nem preciso dizer o quanto fico enlouquecida num lugar desses. Estava num verdadeiro "parque de diversões" e não podia me dar o luxo de olhar para o lado e me interessar por absolutamente nada em função da minha 'duranguice' (leia-se pobreza total e absoluta).
Adentrei a seção de esportes de raquetes (era raquete pra tudo o que é esporte que se pode imaginar - eu nem sabia que existia tanta variedade assim) e no corredor tinham duas mesas de ping-pong (pra mim é pong-pong e não me venham com essa de tênis de mesa!). Numa delas jogavam duas criancinhas... em cima da outra, duas raquetes e uma bolinha. Me cocei, me cocei, me cocei e acabei convencendo o namo a jogar um pouquinho.
Parecíamos duas crianças... nos divertindo muito no meio da loja (mais até do que as crianças - de verdade - que jogavam na outra mesa).

Daí me veio à cabeça um texto que tinha lido na Vida Simples. Não me lembrava da autora, nem da edição, então fui fuçar na internet.
Achei o texto!! A autora é Liane Alves e ela discorre sobre como é importante, em determinados momentos, despertar a criança que vive dentro de cada um de nós e o quanto isso nos aproxima da felicidade plena.

Vou postar o iniciozinho dele aqui, mas vale ler a matéria toda no site da revista.

Iuuuuuupiiiiii!!!

A VIDA ESTÁ BOA? VOCÊ ESTÁ COM VONTADE DE SAIR PULANDO FEITO UM POTRINHO NO CAMPO? ENTÃO SUA CRIANÇA INTERIOR ESTÁ NO AUGE DA FELICIDADE. MAS, SE NÃO ESTIVER, TEM JEITO DE DESPERTÁ-LA, MESMO SEM PRECISAR EMPINAR PIPA, TOMAR SORVETE OU PUXAR O CAVANHAQUE DO CHEFE
texto Liane Alves


Banho de mangueira no quintal pode terminar em guerra de esguicho e festa - é só começar.

Se um marciano recém-chegado à Terra perguntasse a você o que é felicidade, que cena você escolheria para mostrar esse sentimento em seu mais puro estado? Um casal se unindo numa igreja? Um jovem recebendo seu diploma? Uma mãe amparando seu bebê pela primeira vez? Todas essas imagens expressam diferentes formas de realização, mas eu preferiria levá-lo para a beira de um rio para ver crianças brincando de pular na água, naquele tchibum sem igual na vida, correndo pela pedra para tomar impulso e mergulhar de pé com as pernas balançando para tudo que é lado. Tem alegria maior, mais pura que essa? Só a de cenas comparáveis: a menina escorregando na grama a mil por hora na chapa improvisada de madeira, o garoto pegando jacaré... Todas versões da mesma coisa: inocência e frescor, brincadeira e leveza, corpo e emoção, curiosidade e criatividade, senso de aventura e liberdade.

Se a gente reparar bem, ao nomear essas qualidades estaremos falando exatamente dos componentes básicos que garantem a felicidade. Não tem dinheiro no meio, tem? Também não tem segurança e estabilidade, tem? Esses momentos, ora veja, também não dependem nem de nada nem de ninguém. Muito menos de condições especiais, de pré-requisitos, ou de como a coisa deve ou não deve ser, essa mania de gente adulta. Porém, vamos ter de admitir: todo mundo sabe que não é mais criança. Temos outras necessidades, compromissos e responsabilidades. Criamos vínculos, travas, mordaças. Mas, hummm, será que não dá mesmo para conciliar as duas coisas? Será que não dá para buscar mais leveza e frescor, espontaneidade e alegria ou aventura e irreverência em nossas vidas? O mais legal dessa história é que dá, sim.

Você, como eu, também torcia o nariz quando ouvia falar da criança interior? E de como era importante expressá-la no dia-a-dia? Irônica, cheguei até a imaginar a cena: as crianças interiores do adultos saindo para fora das pessoas com estilingue no bolso ou com o coelho da Mônica pela mão, prontas para atingir o primeiro desavisado que aparecesse. Por isso, quando alguém vinha com essa conversa, assobiava, olhava para os lados e saltava fora. Até que um dia resolvi me aprofundar no assunto. O criador da psicologia analítica, o suiço Carl Gustav Jung, por exemplo, passou um bom tempo de sua vida a estudar o tema. Um de seus mais brilhantes discípulos, James Hillman, também. Isso queria dizer que essa história de criança interna não era só coisa de livro de auto-ajuda. Reconheci: estava mais que na hora de saber como o contato com meu lado criança poderia ajudar a me dar mais vigor e alegria na vida.

Continua...

Definitivamente vou me aprofundar neste tema... ler Jung passou a fazer parte da minha listinha.


P.S.: Outro texto bacana é o que o Ralier postou no figura220 sobre a importância dos bebês... acho que vale a visita pra complementar o tema.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Estou lendo...

... e estou adorando!!!

O ritmo anda meio lento (todo dia de noite leio um pouquinho), mas pelo menos voltei à ativa (lendo de novo).