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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Carnaval

Hoje entrei no clima do carnaval!!!!!
Vim pro trabalho escutando Banda Eva aos berros no carro.
Salvador aí vou eu.....

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Big Brother 8

Eu sempre acompanhei o Big Brother.
Não sou nenhuma super fã do programa, mas gosto de assistir. Não é o melhor programa da TV, mas distrai.
Esse atual programa eu não estou conseguindo assistir, cansei.
Eu só falto morrer quando vejo aquele povo dizendo que o sonho da vida era participar do programa ou que a melhor coisa que aconteceu na vida deles foi estar no BBB ou ainda que nunca mais quer sair de lá.
Aí eu pergunto: COMO O SONHO DA VIDA DE ALGUÉM PODE SER PARTICIPAR DAQUELE PROGRAMA? COMO ISSO PODE SER A MELHOR COISA QUE ACONTECEU NA VIDA DE ALGUÉM?
Sabe o que eu não me conformo??? Não me conformo com a valorização dessas pessoas de cabeça oca que tem como sonho de vida ir para o BBB e pousar na playboy.
O que vcs acham????

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Mais um da "Mestre" Danuza... Eu me rendo!

Eu me rendo!
(Danuza Leão)

Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa a acreditar e, ainda por cima, a se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.
Uma das mentiras: É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos.
Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados
obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante.
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a
poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.
Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não a que faz de conta que trabalha, mas a que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro.
Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour.
Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.
E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver . Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão.
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu
diria.
Parabéns para quem consegue fingir tudo isso....

domingo, 27 de janeiro de 2008

Amigo homem

Eu nunca tinha tido um amigo homem.

Sempre fui muito tímida para me relacionar com os meninos, até que em 2001 entrei numa empresa através de um programa trainee. Junto comigo entrou uma galera mais ou menos da mesma idade e todos recém-formados como eu.

A empresa ficava na zona sul e um pessoal que morava num mesmo bairro, um pouco distante, fez um grupo de carona. Como eu morava no mesmo bairro dessa galera, logo logo me juntei ao grupo.

Todo dia íamos eu, Márcio, André e Daniel rumo ao trabalho no início do dia e de volta pra casa nos fins de tarde. Alguns meses depois Celso se juntou a nós. Ir e voltar do trabalho se tornou uma diversão sem igual. Através dessas idas e vindas eu comecei a descobrir um pouco do mundo deles. Eles me ensinaram a beber e viviam dizendo que eu tinha que ser menos travada.

Quanta história eu escutei ao londo desse tempo...

No início rolava até um certo pudor em falar certas coisas na minha presença, mas depois também virei menino.

Foi uma experiência muito legal!!

Até hoje essas figuras estão por perto, exceto o Dani, e são amigos SUPER queridos.

A esses amigos eu só tenho a agradecer por eles terem entrado na minha vida e me ensinado a beber sangria e ser menos travada rs rs rs rs

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Relações humanas no trabalho

Um ótimo texto do SEMPRE ótimo e sábio Max Gehringer

O sucesso consiste em não fazer inimigos

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3regras.

Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de umfavor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.

Regra número 2:A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeitaaumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo.Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece umamigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega queparecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momentonão pode atender.Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenasmeia dúzia de inimigos.

Estatisticamente, isso parece ótimo, mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, emevitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória.
Max Gehringer, colunista da revista Época.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

História engraçada

Hoje lendo o ABOUT ME de um outro blog (uma dose de clichê) acabei me lembrando de uma situação hilária que aconteceu no ano novo.
Passamos o ano novo em Búzios. Um dia à noite fomos para o BAR ANEXO, estávamos numa mesa na varanda do bar que estava super cheio e como a nossa mesa era grande entrávamos de grupo em grupo para dar uma dançada.
Num determinado momento eu e Camila entramos para encontrar o irmão da Camila que estava lá dentro com mais um amigo. Eles conversavam com um casal de Goiânia. Na mesma hora o casal (super simpático) veio conversar com a gente. Primeiro veio o cara, ele já sabia metade da vida da Camila e sabia que a gente era solteira. Aí vem a parte engraçada da história. Ele perguntou se a gente realmente estava sozinha e aí na mesma hora disse que em Goiânia isso seria impossível. Eu conseguiria fácil um cara com 30mil cabeças de boi e pasto próprio e Camila 50 mil cabeças de boi com pasto alugado.
Dá para acreditar num papo desses???? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Fora isso o casal era muuuito legal e simpático.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Entre uma decepção e outra...

Segue abaixo um texto enviado por nossa amiga e colaboradora Renata.
Rê valeu pela contribuição, adorei o texto.
Sempre que quiser contribuir é só falar, aliás quem quiser contribuir por favor sintam-se à vontade.

Entre uma decepção e outra, que tal uma pausa para aprender?

Por Rosana Braga
http://www.rosanabraga.com.br/

Tem época na vida da gente que parece que os encontros que deveriam ser uma oportunidade de se sentir satisfeito e feliz são mais uma afronta ao nosso coração. Assim, vamos contabilizando decepções e desacreditando na possibilidade de viver uma experiência positiva e motivadora.

Quando isso acontece, creio que o melhor seja parar. Uma pausa para aprender. Ou melhor, antes apreender. Perceber o que está acontecendo, quais são nossos verdadeiros desejos e quais têm sido nossas atitudes para torná-los concretos.

Muitas vezes, fazendo uma análise mais justa e desapegada, sem assumir o papel de vítima das armadilhas da vida ou da sacanagem dos outros, e nem o de culpado, como se tudo o que fizéssemos estivesse definitivamente errado, terminamos descobrindo que há alguma incoerência nisso tudo.

Só que para tanto, precisamos de tempo... e principalmente de coragem para admitir limitações, assumir pensamentos negativos e confiar mais na sabedoria da vida e em seu ritmo. O que acontece, no entanto, é que a maioria de nós não quer esperar, não quer refletir. Tem apenas um único pensamento que alimentamos o tempo todo: quero namorar, quero ter alguém!!!

Será que estar com alguém é o mesmo que estar feliz? Pode ser que sim, mas pode ser que não; e se por qualquer motivo você não tem ficado com quem deseja, talvez seja o momento ideal para um intervalo, tão útil entre uma decepção e outra...

Tempo de se observar, de observar as pessoas e ouvir o que elas dizem. Tempo de aprender, crescer, ter uma nova conduta, desenvolver uma nova postura. Aguardar até que a vida lhe mostre qual é o melhor caminho a seguir.

Mas para ver, você precisa estar atento, sem tanta ansiedade, sem tanto desespero para tentar fazer com que as coisas aconteçam do jeito e na hora que você quer...

E se nenhuma resposta vier, talvez você precise ver e ouvir com o coração. Respeitar o silêncio. Aceitar a ausência de quem você tanto deseja encontrar... Talvez não haja uma resposta e nem haja uma explicação.

Às vezes, simplesmente não existem respostas nem explicação. Apenas a vida. Apenas as pessoas. Apenas o mundo. Apenas a dor e o amor. E se insistirmos em não aceitar, em brigar, em nos rebelar, em nos revoltar... conseguiremos tão somente mais dor... e menos amor.

Aceite que você não tem o controle, que você não pode decidir sozinho, que o universo tem seu próprio ritmo. Faça o que está ao seu alcance; faça a sua parte... e bem feito; da melhor maneira que puder.

E o que não puder, entregue e espere... porque embora diga sabiamente a música de Geraldo Vandré (Pra não dizer que não falei das flores) “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, tem ocasiões nesta vida em que ‘quem sabe, espera acontecer e respeita a hora de não fazer’... até que um dia, o amor de repente acontece... porque seu coração estava exatamente onde deveria para ser encontrado!

Rosana Braga
Escritora e Consultora em Relacionamentos. Palestrante na área de Desenvolvimento Profissional e Relacionamentos Interpessoais